Manifestação de Apoio ao Povo Grego | Sábado, 4 jul, 18h30 | Príncipe Real, Lisboa #OXI

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Manifestação de Apoio ao Povo Grego | Sábado, 4 jul, 18h30 |

Príncipe Real, Lisboa | #OXI

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Por Que Devemos Apoiar a Grécia

A propósito da Concentração Stop Austeridade – Apoio à Grécia – Mudança na Europa (Lisboa, 19h, Largo Camões), e no dia em que a Praça Syntagma recebeu mais uma manifestação gigantesca (ver foto) contra a austeridade, publicamos a tradução do artigo do Nick Dearden de dia 19, no Global Justice Now, a explicar que o que está em causa nestes dias é a dignidade de todos os povos e o nosso compromisso com a esperança e o futuro.

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«Só Podem Estar a Brincar connosco!»

«Só podem estar a brincar connosco, não é?» Foi assim que o blog Keep Talking Greece comentou o post que aqui traduzimos no Facebook. Refere-se a algumas das propostas apresentadas pelos credores, e o misto de espanto e raiva é fácil de explicar: nenhum governo as poderia aceitar, porque nenhum governo pode condenar o seu povo à fome e à miséria. Neste caso, à perpetuação da fome da miséria causadas por cinco anos de austeridade profunda.

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Sondagem: Euro a Qualquer Custo, ou Talvez Não.

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No dia em que as notícias fervilham com a possibilidade de a famosa estudante grega cantada pelos PULP em Common People ser Danae Stratou, casada com Yanis Varoufakis, e com zunzuns (alimentados pelo próprio Varoufakis e pela declaração conjunta de Alexis Tsipras e Jean-Claude Juncker) de que um acordo pode estar próximo, foi conhecida mais uma sondagem, encomendada pelo canal televisivo SBC e realizada nos dias 5 e 6 de Maio. À pergunta «Qual deve ser a prioridade do governo?», 52 por cento dos inquiridos responderam «permanecer na Zona Euro a qualquer custo», enquanto 44 por cento indicaram como prioridade a retirada da Grécia de qualquer espécie de memorando. Porém, é de notar a elevada percentagem que se declarou contra reformas no setor das pensões (77 por cento) e despedimentos coletivos (70 por cento). Ora, estas duas questões, são, precisamente, duas das «linhas vermelhas» que o governo grego reiterou, mais uma vez, que não está disposto a transpor. A sondagem é ainda clara quanto ao apoio popular do governo do Syriza, que obteria agora cerca de 36,5 por cento dos votos, contra 16,5 por cento na Nova Democracia.

Ou seja: não há respostas fáceis em cima da mesa, até porque, como relembra o deputado do Syriza Kostas Lapavitsas, o mandato do governo grego não é para «tornar as coisas apenas um bocadinho melhores». E o povo grego parece continuar bem ciente disso.