eímaste íberoi ki emeís, pobreza e desigualdades

não constando dos memorandos da troika com Grécia e Portugal, três indicadores muito usados para avaliar a evolução da pobreza e das desigualdades (a taxa de pobreza monetária, o coeficiente de Gini, o rácio de rendimento entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres, ainda que disponibilizados com pouca actualidade) corroboram a ideia de que sendo a Grécia e Portugal países mais pobres e mais desiguais do que o conjunto da União Europeia constituídos pelos primeiros 15 países antes do alargamento aos países da Europa Central e Oriental, viram a sua situação agravar-se durante o período de ‘ajustamento’.

a taxa de pobreza na Grécia de cerca de 20% entre 2007 e 2009, atingiu valores crescentes até 23,1% em 2011 e 2012 e em Portugal tem crescido nos dois últimos anos e cifrou-se em 19,5% em 2013; na UE-15, em tendência ligeiramente decrescente, era de 16,4% em 2012.
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o Coeficiente de Gini que mede a desigualdade na distribuição de rendimento em toda a população, tem-se agravado em Portugal e na Grécia desde 2009 para valores de 34,4-34,5, enquanto na Europa a 15 se tem mantido 4 pontos abaixo.
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o agravamento na distribuição do rendimento entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres também se agravou na Grécia e em Portugal desde 2009, sendo os últimos dados conhecidos de 6,6 e 6,2 vezes superior o rendimento dos 20% mais ricos em relação aos 20% de menores rendimentos, enquanto na UE-15 esse rácio tem sido inferior a 5 vezes.
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